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terça-feira, 4 de maio de 2010

Você sabe as diferenças entre Reino Unido, Grã-Bretanha e Inglaterra?

Um Quiz do G1 bem interessante para aprender um pouco mais sobre essa confusa configuração.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Estudos apontam degelo na Antártica e aquecimento no oceano

De acordo com os pesquisadores britânicos, o fato de a água do mar ser mais morna e salgada do que o gelo flutuante é capaz de causar um desequilíbrio que promove a elevação dos oceanos. "Essas mudanças tiveram impacto no clima regional. Já que se espera que os oceanos aumentem sua temperatura ao longo do século, o degelo desses icebergs deve ser considerado em avaliações futuras do aumento do nível do mar", explicou Andrew Shepherd, autor do estudo que foi publicado na revista Geophysical Research Letters.
Já na Etiópia, um dos países mais desiguais do mundo, a falta de chuvas afeta a produção de alimentos, fator que tem levado muitos agricultores à ruína, uma vez que as colheitas estão sendo perdidas e os animais definham no calor. O estudo da Oxfam ressalta que 85% da população dependem diretamente do setor agrícola para à sobrevivência. Outro agravante é a escassez de recursos tecnológicos dos etíopes.
"Em três décadas, a escassez e a imprevisibilidade das chuvas na Etiópia se agravaram. E isso coincide com o aquecimento anormal das águas do Oceano Índico, associado à emissão de gases do efeito estufa", afirma Chris Funk, climatologista da Universidade da Califórnia, que participou do estudo. "Tal aquecimento faz com que o fluxo de umidade que chega ao país seja alterado, trazendo, em vez de chuvas, correntes de ar secas e quentes. E a tendência é que esse fenômeno se intensifique cada vez mais", alertou o especialista.

Fonte: Notícias Terra

Alta de importação de bens de consumo preocupa MDIC

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, afirmou hoje que preocupa o aumento das importações de bens de consumo. Elas somaram em abril US$ 2,246 bilhões, o que significa um aumento de 49,9% em relação a abril de 2009. Apesar da preocupação, ele disse que, neste momento de demanda forte, a importação mais alta de bens de consumo ajuda a conter a pressão nos preços.
Por outro lado, as importações de bens de capital (máquinas e equipamentos) somaram US$ 2,854 bilhões, alta de 18,9% no mesmo período de comparação. Já as importações de matérias-primas e intermediários somaram US$ 6,340 bilhões, uma elevação de 65,1% no período.
Barral disse que as importações de bens de consumo preocupam porque não agregam valor ao processo produtivo brasileiro. Ele disse que o ministério está avaliando porque a indústria brasileira não está tendo competitividade com os produtos importados. Ele afirmou que neste momento ainda não dá para afirmar que está havendo uma substituição de produtos nacionais por importados porque o mercado está muito aquecido. Mas ele admitiu que, no futuro, a indústria brasileira pode perder mercado para esses produtos.
O secretário destacou que, com o câmbio favorável, também está vantajoso importar insumos para manter a competitividade das exportações brasileiras em alguns países. Apesar do aumento das importações, Barral disse que o governo não estuda adotar medidas protecionistas.

informe aos desavisados e/ou desatentos

A reportagem do post anterior foi retirada de um site de Portugal. Portanto, aparecem algumas palavras escritas diferente do nosso português. ;)

Nova corrente marítima ajuda a monitorizar alterações climáticas

Uma equipa de cientistas japoneses e australianos descobriu uma corrente rápida, no fundo do oceano, perto da Antárctica, que pode ajudar a monitorizar os impactos das mudanças climáticas nos oceanos, noticia a Reuters.
A corrente é uma parte essencial do padrão de circulação dos oceanos, que ajuda a controlar o clima do planeta.
Um dos investigadores, Steve Rintoul, afirmou que é a corrente oceânica mais rápida alguma vez encontrada, com uma média de 20 centímetros por segundo, transportando mais de 12 milhões de metros cúbicos de água salgada por segundo.
«A esta profundidade, a de três quilómetros da superfície, são as velocidades mais elevadas que alguma vez registámos», declarou.
A equipa colocou dispositivos de medição no fundo do oceano para determinar a velocidade, temperatura e salinidade por um período de dois anos.

Fonte: IOL Diário - Portugal

A lei anti-imigrante e a reação dos Estados Unidos

Washington, 2 mai (Prensa Latina) A lei anti-imigrante assinada pela governadora de Arizona, Jan Brewer, deixou de ser um assunto estadual para converter-se em tema de debate nacional nos Estados Unidos.
Ontem, dezenas de milhares de pessoas marcharam pelas principais ruas do país por ocasião do Dia Internacional dos Trabalhadores, para exigir a derrocada do regulamento.
Mas as exigências vão para além de eliminar a lei do Arizona.
A lei reavivou o debate e deu novo brio às exigências de milhões de imigrantes que defendem a regularização e legalização de seus irmãos, pais, amigos, ou simplesmente conterrâneos.
Cerca de 13 milhões de pessoas vivem à margem da lei nos Estados Unidos por não ter em ordem sua status migratório.
A falta de documentos obriga-os a aceitar pagamentos miseráveis por sua força de trabalho, ou obriga-os a permanecerem calados diante de abusos que vão desde a exploração trabalhista até a violência expressa.
Os imigrantes decidiram recordar ao presidente Barack Obama suas promessas de aprovar uma reforma que faça suas vidas mais fáceis.
Com cartazes em mãos, alguns gritaram-lhe desde Nova York, Chicago, Denver, San Francisco, Los Angeles, afirmando que o voto latino foi decisivo em sua vitória nas últimas eleições.
Os ativistas pró-imigrantes e defensores dos direitos civis rechaçam a lei 1070 por considerá-la racista e discriminatória.
Segundo a lógica da lei, a polícia realizará detenções tendo por base perfis raciais, e submeterá amilhares de pessoas que residem legalmente no país a humilhações, apenas por sua cor.
Os latinos, que representam quase a quarta parte da população no estado do Arizona, se queixam de que os abusos contra eles aumentarão.
O regulamento obriga os polícias a deter, interrogar e tratar como criminosos a qualquer pessoa cujo status migratório esteja sob "dúvidas razoáveis".
Mas, apesar do rechaço e das evidentes perdas reportadas pelo Arizona devido a um boicote comercial convocado pelos manifestantes, as pesquisas sugerem que a lei conta com respaldo majoritário. Recentes pesquisas assinalam que 60% da população local favorece a decisão de Brewer.
Analistas explicam que o medo da violência gerada pelo narcotráfico procedente do México é muito, e que afeta cidadãos inocentes.
A polícia ou as forças federais não podem conter o tráfico ilegal pela fronteira, os crimes associados à droga aumentam, e os cidadãos do Arizona tem culpado os latinos.
"Não toleraremos mais isso", advertiu à imprensa recentemente o alguazil do condado Pinal, Paul Babeu.
Um dos homens de Babeu morreu no dia 30 de abril em um tiroteio com narcotraficantes, quando patrulhava um corredor migratório.
O alguazil sente-se, portanto, amparado quando assinala que caso os imigrantes ilegais sejam detidos, cessarão os ataques, os tiroteios, as invasões de domicílios, os sequestros e demais crimes violentos.
No entanto, aqueles que marcham do lado de fora do Capitolio [sede do governo] recordam a seus concidadãos que sobre eles também foi construído o Estado.
Nesse sentido, os imigrantes argumentam que o Arizona se desenvolveu sobre a base de esforço imigrante, na agricultura, na construção e no turismo, principais motores econômicos da região, além da mineração.
Para além das fronteiras estaduais, o argumento repete-se nas vozes daqueles que gritam ao país que a mão de obra estrangeira edificou a nação, desde os exilados britânicos, os asiáticos... até os latinos.

http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=184659&Itemid=1

domingo, 25 de abril de 2010

Ciclone extratropical deve se formar no litoral gaúcho na segunda


Uma área de baixa pressão provoca chuva na Região Sul do país, neste domingo (25).
O meteorologista Luiz Kondraski, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe), afirmou ao G1 que essa área de baixa pressão deve dar origem a um ciclone extratropical a partir de segunda-feira (26).
“Um ciclone extratropical deve se formar no oceano, na segunda-feira, a leste do Rio Grande do Sul e do Uruguai”, explicou Kondraski.
O meteorologista ressalta que a chuva que atinge a Região Sul é causada apenas pela área de baixa pressão associada com a umidade, pois o ciclone ainda não se formou.
Desde a manhã deste domingo, os estados da Região Sul são atingidos por chuvas e descargas elétricas. As áreas mais afetadas são o Vale do Itajaí, o norte e o oeste de Santa Catarina, que devem ser atingidas por mais temporais forte na noite deste domingo.
“Neste domingo estão previstas mais pancadas de chuva forte, com descargas elétricas e vento, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná”, disse.
Sul
Na segunda-feira, uma área de baixa pressão deve formar um ciclone extratropical. Uma frente fria deve deixar o tempo chuvoso no norte e nordeste do Rio Grande do Sul e na capital gaúcha. Também atinge Santa Catarina e Paraná.

Fonte: G1, disponível em http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/04/ciclone-extratropical-deve-se-formar-no-litoral-gaucho-na-segunda.html. Acesso em 25 abr 2010.

terça-feira, 20 de abril de 2010

ONU divulga ranking da produção industrial mundial

Superado pela Índia, Brasil é 10º maior produtor industrial do mundo

Segundo levantamento da ONU, China superou o Japão em 2009 e já é o 2º maior produtor mundial, atrás apenas dos EUA.

Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo  

GENEBRA - O Brasil perde o posto de nono maior parque industrial do mundo. Dados divulgados pela ONU apontam que a Índia superou o Brasil em 2009 e o País caiu para a décima posição. No topo do ranking, a China supera pela primeira vez o Japão para se tornar o agora o segundo maior produtor de bens manufaturados do mundo.
A liderança é ainda dos Estados Unidos. Mas a economia americana está cada vez mais ameaçada nessa posição. No ano 2000, os americanos representam 26,6% da produção industrial do mundo, o ponto mais alto em 40 anos. Em outras palavras, a cada quatro produtos fabricados no planeta, um vinha dos Estados Unidos. Em 2000, o Japão era o segundo maior produtor. A China vinha apenas na quarta, com apenas 6,6¨da produção mundial.
A ONU não divulgou ainda os números absolutos da produção industrial no mundo em 2009 e o percentual é uma estimativa da participação de cada país. Mas, em 2007, o valor total da produção havia atingido US$ 6,7 trilhões. No ano seguinte, o valor chegou a US$ 6,81 trilhões. Em 2009, a produção industrial no mundo teria perdido 10% de suas atividades, segundo os dados da ONU.
"Mas a realidade é que o mapa mundial da produção industrial está em plena transformação", afirmou Shyam Upadhyaya, diretor de estatísticas da Organização de Desenvolvimento Industrial da ONU. A participação americana começou a cair a partir de 2000 e essa tendência se acelerou diante da crise em 2009. Hoje, 18,9% da produção industrial mundial ocorre nos Estados Unidos.
Em dez anos, a China dobrou sua produção e já tem 15,6% da fabricação de manufaturas no planeta, contra 15,4% do Japão.
Alemanha, Reino Unido, França e Itália também estão em franca queda. Em 2000, os alemãos eram os terceiros maiores produtores, com 6,8% do mercado. Hoje, contam com 6,3%. Os ingleses cairam na quinta posição para a oitava posição.
Brasil
No caso da produção industrial brasileira, a ONU indica que no início da década o País representava 1,66% da manufatura mundial. Espanha, México e Canadá superavam o Brasil naquele momento e o País ocupava a 12ª posição. A partir de 2006, o País ganhou posições, chegando a ser o nono maior produtor de manufaturados e chegando a 1,89% da produção mundial.
Mas, em 2009, a crise atingiu de forma mais importante o Brasil que outros países emergentes. O resultado foi que a Índia conseguiu avançar de forma mais rápida e superou o Brasil no ranking. A Índia dobrou sua participação no mercado mundial em dez anos, subindo de 1,1% em 2000 para quase 2% no ano passado.
Em termos de regiões, a Ásia já se transformou na planta industrial do mundo, produzindo 44% de toda a fabricação do planeta. A Europa conta com 27%, contra 20,5% na América do Norte. A América Latina corresponde a apenas 6,1% da produção mundial, contra um insignificante 1,6% da África.
Os países emergentes hoje produzem 44% das manufaturas do planeta, contra 66% nos países ricos. Mas o Brasil vem perdendo espaço. O País representava 10% de toda a produção industrial das economias em desenvolvimento em 1995. Dez anos depois, caiu para 7,2%.

 Fonte: Estadão de 19/04/2010 - http://economia.estadao.com.br/noticias/not_14393.htm

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Industrialização

Slides sobre industrialização - material de aula para os terceiros.


Perguntas e respostas sobre terremotos

O Brasil está livre de terremotos?

Paisagens do mundo