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domingo, 31 de outubro de 2010

mapa do horário brasileiro

Fique ligado nas horas no país com o horário de verão.


retirado de G1 Disponível em http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/10/resultado-parcial-de-referendo-indica-que-acre-prefere-horario-antigo.html Acesso em 31/10/2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Biomas Brasileiros

Um infográfico muito legal sobre os Biomas Brasileiros.

http://www.forumbiodiversidade.com.br/biomas.php

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

 Coletânea questões de geografia
View more presentations from Maria Olandina Machado.

Questões de Cartografia, Clima e Geologia.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Indonésia: terremoto, tsunami e vulcão

Ontem, 25 de outubro, ocorreu um terremoto de magnitude 7,7 que afetou a costa oeste da Indonésia. Este terremoto provocou ondas gigantes, os tsunamis, em várias ilhas e provocando diversas mortes. Hoje os jornais anunciam que o Monte Merapi, localizado na Ilha de Java, entrou em atividade e há riscos de erupção.

Esses eventos possuem alguma relação? Sim!

A Indonésia fica localizada na região chamada "Círculo de fogo do Pacífico", onde estão concentrados o maior número de vulcões e atividades sísmicas.
                                           Fonte: Wikipedia

A Indonésia fica localizada numa região de convergência de várias placas tectônicas: Placa Indoaustraliana, 
Placa Euroasiática, Placa Filipina e Placa do Pacífico.


Veja no link um infográfico e entenda como ocorrem os terremotos.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL89397-5603,00.html

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Seca pode bater recorde na Amazônia

A seca de 2010 ainda não terminou na Amazônia e pode ultrapassar a de 2005 como a mais grave da região nas últimas quatro décadas.
O nível do rio Solimões atingiu sua maior baixa histórica no oeste do Amazonas. Em Manaus, o Negro se aproxima do nível de 1963, o mais baixo em um século.
Mesmo que a previsão não se confirme, a floresta já terá registrado três estiagens extremas em 12 anos, duas delas nos últimos cinco anos: 1998, 2005 e 2010.
E isso se ninguém incluir na estatística a seca de 2007, que só atingiu o sudeste amazônico e deixou 10 mil quilômetros quadrados de floresta calcinados na região.
Cientistas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) estão coletando dados de chuva e vazão de rios para tentar descrever o fenômeno deste ano. O que eles sabem, por enquanto, é que esta é uma estiagem diferente de tudo o que já se viu.
"Esta seca não foi anunciada", diz José Marengo, climatologista do Inpe.
Segundo ele, nos eventos extremos de 1998 e 2005, a região começou a secar já no fim dos anos anteriores. "Neste ano, tivemos reduções muito pronunciadas em maio, 40% menos de chuva. Na de 2005, chegou a 50% de redução já no início do verão", afirma ele.
Em comum, ambas as secas têm o fato de não terem sido causadas por El Niños, como foi o caso de 1998. Naquele ano, apesar de a redução de precipitação ter batido o recorde, os rios amazônicos não sofreram tanto.
"Achava-se que El Niños fortes explicassem as secas, mas não é isso o que está acontecendo agora", diz Marengo. "O El Niño deste ano foi fraco", continua.
Segundo Javier Tomasella, também do Inpe, a vazante anormal do Negro pode ser explicada pela redução do volume dos afluentes da margem sul do Amazonas.
Como o Negro é "represado" pelo Solimões em Manaus, a baixa deste automaticamente faz aquele vazar.
Marengo diz que o aquecimento anormal do Atlântico tropical norte pode explicar parte da seca.
O transporte de umidade para dentro da Amazônia é influenciado por ventos que sopram do oceano. Quando o Atlântico esquenta demais, ele concentra as chuvas sobre a água mais quente e afasta a umidade da região.
Essa também é a explicação provável da seca de 2005, que coincidiu com uma temporada de furacões anormal na região do Caribe.
Alguns estudos detectaram a influência do aquecimento global no fenômeno de 2005. "Mas a incerteza é grande", diz Marengo. Para ele, a chance de influência humana nesses extremos climáticos é "50% a 60%".

Novo clima

Seja como for, o cenário atual parece uma "avant-première" do futuro clima da região amazônica.
"Aquela Amazônia que tinha estações chuvosas tão bem definidas que você podia ajustar seu calendário por elas acabou", afirma o ecólogo Daniel Nepstad, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).
Segundo Nepstad, outro fator por trás das secas pode ser a grande quantidade de queimadas na região -a fumaça inibe a chuva, como já comprovaram diversos estudos na última década.
"A meu ver, é uma mistura de agropecuária e gases-estufa, é difícil destrinchar quanto é um ou outro", afirma o pesquisador. "Não sou climatologista, mas o tempo tem mudado nestes meus 25 anos de Amazônia."
(Folha de S. Paulo)

Fonte: Portal Aprendiz. Disponível em http://aprendiz.uol.com.br/content/chekojiswi.mmp Acesso em 22/10/2010

Como o IBGE conta os brasileiros

Renata Costa Sexta-feira, 22 de outubro de 2010 - 10h34

SÃO PAULO - José Sant’Anna Bevilaqua, diretor adjunto de TI do IBGE, explica como a tecnologia está tornando mais rápido o Censo 2010.
Uma mudança de ferramentas fará grande diferença no trabalho dos 190 000 recenseadores que estão nas ruas dos 5 565 municípios brasileiros para coletar informações para o Censo 2010. Neste ano, o papel e a caneta foram abandonados pelos profissionais. Eles chegam aos domicílios de todo o Brasil com smartphones (com a função de telefone bloqueada) para ajudar na tarefa. Outra mudança é o Censo Online, ferramenta para envio de dados dos cidadãos pela web. Por trás da evolução tecnológica está José Sant’Anna Bevilaqua, diretor adjunto de TI do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, e coordenador do Censo 2010. Bevilaqua, que atua no IBGE há 30 anos, falou à INFO sobre os avanços tecnológicos e as limitações do seu trabalho.
INFO -  Qual é a vantagem de usar smartphones na coleta de dados?
BEVILAQUA - No mesmo dia que encerrarmos a coleta de informações, 31 de outubro, teremos quase todos os dados contabilizados. Claro que ainda deve levar mais umas três semanas para chegar a última informação — aquela do cara que tem de pegar um barquinho e navegar até alguma cidade para nos mandar os últimos dados. Nos outros censos, levamos de três a quatro meses para publicar os primeiros resultados; e de três a quatro anos para divulgar as análises. Nesta vez, divulgaremos os primeiros números em 27 de novembro. No início de 2012, no máximo, teremos todas as análises. Dados como taxa de fecundidade, emprego, educação e outros estarão prontos para ser divulgados.
INFO - O que acontece com a informação depois que ela é colhida no smartphone?
BEVILAQUA - Há 7 000 postos de coleta espalhados pelo país, com laptops para centralizar as informações. Cada recenseador vai ao menos uma vez por semana ao posto para transmitir os dados. Três mil postos estão conectados à internet. Neles, a transmissão é feita quase automaticamente. Nos outros, a informação é salva num pen drive e transmitida a partir de um local com acesso à internet. Seria melhor se a informação nos fosse enviada diariamente. Mas isso ainda não é possível. No Acre, por exemplo, na época das secas, há rios que ficam completamente secos, o que impede a navegação neles. É preciso ir de bicicleta ou de moto sobre o leito do rio para chegar a uma cidade com conexão à internet.
INFO - Há postos de coleta com internet sem fio?
BEVILAQUA - Sim, em 20% dos postos colocamos modem 2G e 3G. No Pará, contratamos 20 antenas de transmissão por satélite.
INFO - Por que os recenseadores não usam netbooks na coleta de dados?
BEVILAQUA - Fizemos um teste com netbooks no ano passado. Foi um fracasso do ponto de vista da ergonomia. O equipamento tinha mais ou menos 1,1 quilo. O recenseador fica em pé, na rua, com aquilo no braço durante o dia inteiro. No final, o netbook pesava uma tonelada. Além disso, a luz solar atrapalhava a visibilidade da tela na rua.
INFO - Como fica a questão da segurança dos dados?
BEVILAQUA - Por lei, somos obrigados a preservar o sigilo da informação do cidadão. Quando as respostas à entrevista são colocadas no smartphone, elas são cifradas automaticamente. Nos laptops dos postos de coleta, os dados continuam criptografados. A transmissão pela internet exige que o funcionário faça login e digite uma senha. E as informações se mantêm codificadas. Só no nosso centro de informações os arquivos são abertos para o processamento.
INFO - Qual é a infraestrutura do IBGE para processar os dados?
BEVILAQUA - Temos servidores de diversos portes — desde mainframes z10, da IBM, até servidores de alta velocidade. Nosso data center central fica no Rio de Janeiro. Regionalmente, temos pequenos centros de processamento nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Bahia, para tratamento intermediário de dados.
INFO - As pessoas podem responder ao questionário do Censo na web?
BEVILAQUA - Ao receber o recenseador, a pessoa pode optar pelo preenchimento na internet. Nesse caso, ela recebe um código, uma senha e o link para acesso ao questionário online. O sistema está preparado para aceitar até 10 000 pessoas simultaneamente.
INFO - Como serão os censos no futuro?
BEVILAQUA - Nos próximos anos, teremos métodos estatísticos mais inteligentes. Com a informação de apenas algumas pessoas de um bairro, por exemplo, conseguiremos mapear toda a região. Ou seja, teremos investigação por amostra, graças ao avanço nos cálculos estatísticos.

Fonte: Info Abril. Disponível em http://info.abril.com.br/noticias/corporate/como-o-ibge-conta-os-brasileiros-22102010-10.shl Acesso 22/10/2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Seca ameaça o mundo


Falta de água atingirá grandes populações

Algumas das áreas mais populosas do mundo, como o sul da Europa, o norte da África e grande parte da América Latina, poderão enfrentar secas severas e sem precendentes até 2100, de acordo com um estudo publicado ontem.
O agravamento das secas vêm há tempos sendo previsto como consequência da mudanca do clima, mas um  novo estudo do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, dos EUA, projeta sérios impactos já para a década de 2030. E, no final do século, as secas deverão ser mais intensas que em qualquer momento da história registrada.
Os cientistas usaram uma medida chamada Índice Palmer de Severidade de Secas, ou PSDI. Um ponto positivo é úmido, e um ponto positivo é seco. Como exemplo, a pior seca da história recente, na região do Sahel, na África ocidental, nos anos 1970, teve um PDSI de -3 ou -4.
Em contraste, as indicações são de que algumas áreas densamente populadas podem experimentar índices de -15 a -20 até o final do século. "O PSDI histórico dos últimos 60 anos mostra uma tendência de seca no sul da Europa, mas nada como estes valores que enxergamos à frente", diz o autor do estudo, Aiguo Dai.
Entre as áreas que poderão enfrentar a seca extrema estão três terços do oeste dos Estados Unidos; grande parte da América Latina, especialmente México e Brasil; regiões do Mediterrâneo; grande parte do sudoeste da Ásia; sudeste da Ásia, incluindo China e países vizinhos, e a maior parte da África e Austrália, informa a Reuters.

Foto: Creative Commons

Fonte: Planeta Sustentável. Disponível em http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetaurgente/seca-ameaca-mundo-270938_post.shtml. Acesso em 20/10/2010.

Aquecimento Global: temperatura bate recorde histórico em 2010

O Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos, NCDC, publicou ontem um novo relatório sobre o aquecimento do planeta. De acordo com o órgão, o período entre janeiro e setembro de 2010 se igualou ao ano de 1998 e registrou a sequência mais quente já registrada na história para os primeiros nove meses do ano.

anomalia de temperatura global até 2010
O relatório divulgado mostra que nos primeiros nove meses deste ano a temperatura média da Terra ficou 0.67º C acima da normal registrada nos últimos 131 anos. É o valor mais elevado já registrado no hemisfério norte e o segundo mais quente no hemisfério sul. Até hoje, a sequência anual mais quente foi observada em 2005.

Rank de temperatura mes de setembro
Os valores de temperaturas continentais e oceânicas combinados mostram que setembro de 2010 ficou 0.5º C acima da média de todos os meses de setembro do século 20, empatado com o mesmo mês do ano de 1998. O recorde de setembro foi estabelecido em 2005, quando a anomalia global combinada (oceano e áreas continentais) ficou 1.19º C acima da média.

Artes: No topo, gráfico mostra a anomalia térmica desde o ano de 1880 até o presente. Na sequência, recordes de temperatura para o mês de setembro. Créditos: NCDC/Apolo11.com

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Pampa perde 54% de sua área original

Por ser o mais recente bioma do Brasil, o Pampa ainda é pouco valorizado e já perdeu mais da metade de sua área original e diversas espécies típicas da fauna e flora gaúcha, por conta de atividades agropecuárias insustentáveis. 

Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky
Apenas no ano de 2004, o Pampa – que, no Brasil, é restrito ao Estado do Rio Grande do Sul – foi reconhecido oficialmente como bioma pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e, também, pelo MMA – Ministério do Meio Ambiente. No entanto, apesar de ser um bioma recente, o Pampa já sofre com o problema da devastação ambiental e perdeu 54% de sua área original.
A destruição intensa da biodiversidade da região tem, apenas, um culpado: o desmatamento, que é praticado no bioma para possibilitar a realização de atividades agropecuárias insustentáveis. Entre as mais comuns estão a produção de papel e arroz e a pecuária intensiva, que acontecem, principalmente, na cidade de Alegrete, segundo levantamento feio pelo Ibama.
O alto índice de devastação estaria relacionado ao recente reconhecimento do Pampa como bioma. De acordo com o MMA, isso faz com que as pessoas não o valorizem como deveriam e, ainda, pensem que, por ser um bioma novo, ainda há muito para devastar sem grandes consequências.

PERDA DE BIODIVERSIDADE É PREOCUPANTE
O ritmo de devastação do Pampa ainda é o menor entre os biomas brasileiros. A região perde, em média, 364 km² anualmente, enquanto a Amazônia, por exemplo, perde 18 mil km² no mesmo período. Ainda assim, o MMA considera a perda da biodiversidade na região preocupante e digna de atenção, já que o Pampa possui uma grande quantidade de espécies da fauna e flora que são exclusivas do bioma.
No total, são quase 4 mil espécies típicas da região gaúcha, sobretudo vegetais – sem contar a biodiversidade que ainda é desconhecida pelos pesquisadores. Recentemente, por exemplo, foram descobertos novos tipos de peixes e crustáceos nos corpos d’água da região dos campos do Rio Grande do Sul.
A conservação de toda essa biodiversidade do Pampa traria, além dos já conhecidos benefícios da conservação da fauna e flora, uma outra vantagem: a garantia da manutenção das áreas de recarga do aquífero Guarani, que é um reservatório de água importantíssimo para os países do Mercosul (para saber mais, leia a reportagem Aquífero Guarani e a água do Mercosul).
Apesar disso, a proteção da biodiversidade do bioma ainda não é prioridade no Pampa. Segundo dados do governo do Rio Grande do Sul, apenas 3,6% das áreas do bioma consideradas prioritárias estão sob algum tipo de proteção. Para amenizar a situação, o MMA e o ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade realizaram alguns estudos técnicos e se comprometeram a criar três novas unidades de conservação na região. Além disso, o governo ainda quer incentivar outras iniciativas que considera importantes para a preservação do bioma, como o turismo ecológico e a pecuária extensiva, que é típica da cultura gaúcha e contribui para a manutenção e conservação da vegetação local.

O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, já perdeu quase 54% da vegetação original. Os dados mais recentes do desmatamento do bioma, divulgados hoje (22) pelo Ministério do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 quilômetros quadrados (km²) de cobertura nativa foram derrubados.
O levantamento, feito pelo Centro de Monitoramento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)*, aponta os 19 municípios gaúchos que mais desmataram o bioma no período. Alegrete, no extremo oeste do estado, é o campeão de derrubada, com 176 km² de desmate entre 2002 e 2008. As cidades de Dom Pedrito e Encruzilhada do Sul aparecem em seguida, com 120 km² e 87 km² desmatados em seis anos.
Apesar do grande percentual desmatado, o ritmo de devastação do Pampa é o menor entre os biomas brasileiros. De acordo com os dados do MMA, a região perdeu anualmente, em média, 364 km² de vegetação nos últimos seis anos. No Cerrado, o ritmo anual de devastação é de 14 mil km² por ano e, na Amazônia, a derrubada atinge 18 mil km² de floresta anualmente.

Veja a lista dos municípios que mais desmataram o bioma Pampa entre 2002 e 2008:

Município               Área desmatada entre 2002 e 2008 (km2)
Alegrete                                                   176,23
Dom Pedrito                                            120,45
Encruzilhada do Sul                                    87,27
Rosário do Sul                                           86,6
Santana do Livramento                              84,77
Uruguaiana                                                82,91
São Gabriel                                               81,29
Bagé                                                         66,69
Piratini                                                       63,73
São Borja                                                 60,68
Itaqui                                                        53,04
Jaguarão                                                   48,56
São Francisco de Assis                             43,23
Cachoeira do Sul                                      42,68
Santiago                                                   40,99
Cacequi                                                   39,59
Santa Maria                                             36,19
Maçambara                                             35,88
Tupanciretã                                             34,84

Conceitos básicos da Geografia

Professor José William Vesentini, renomado professor de geografia explica os principais conceitos da Geografia: espaço, território, região, paisagem e lugar. Uma web-aula da Abril Educação.



Visualização através do blog Suburbano Digital - http://ataksuburbano.blogspot.com/

Paisagens do mundo