BBC - 05/07/2010
Energia verde
O governo dos Estados Unidos anunciou neste sábado que vai dar empréstimos de quase US$ 2 bilhões para estimular a indústria de energia solar no país.
De acordo com o presidente Barack Obama, que fez o anúncio, os projetos vão criar mais de 5 mil novos empregos.
Durante sua campanha eleitoral para a presidência, Obama prometeu criar empregos na chamada indústria de energia verde.
"Vamos continuar competindo agressivamente para garantir que os empregos e as indústrias do futuro criem raízes aqui, nos Estados Unidos", disse o presidente americano neste sábado.
Indústria de energia renovável
A indústria de energia renovável dos Estados Unidos sofre forte competição de projetos da China. E Obama reconheceu que os empréstimos para os projetos poderão não significar uma solução instantânea.
O dinheiro prometido virá dos fundos do pacote de estímulo do governo, criado para estimular a economia americana durante a recessão.
Cerca de 125 mil empregos foram perdidos no país apenas em junho, de acordo com dados do governo norte-americano.
Maior usina de energia solar do mundo
Uma das companhias que será beneficiada, a Abenoga Solar, afirma que planeja construir a maior usina de energia solar do mundo no Estado americano do Arizona.
A usina do Arizona deve fornecer energia para 70 mil residências e cortar as emissões de dióxido de carbono equivalente a emitida por 90 mil carros, por ano.
Ao mostrar o projeto "Solana" em Gila Bend, perto de Phoenix, a Abenoga afirmou que sua usina será a primeira usina solar grande nos Estados Unidos capaz de estocar a energia que gera.
A segunda companhia, a Abound Solar Manufacturing, vai fabricar os mais avançados e finos painéis solares. Esta é a primeira vez que este tipo de tecnologia será usada comercialmente, de acordo com a repórter da BBC em Washington Jane O'Brien.
Fonte: Inovação Tecnológica http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=projetos-energia-solar&id=010175100705
Giuliana Capello
Revista Arquitetura e Construção – 06/2010
Em breve, a paisagem de Tauá, CE, ficará parecida com a da foto acima, clicada em Sevilha, na Espanha. A novidade, ainda isolada, pode multiplicar-se em breve. “Com o aumento dos custos de produção de energia elétrica e a redução das despesas de fabricação das placas fotovoltaicas, prevejo uma paridade tarifária que tornaria a segunda opçãomais viável”, diz Ricardo Rüther, especialista no tema e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Construir pequenas usinas como a de Tauá, de abrangência local, ou instalar painéis fotovoltaicospróximos aos pontos de consumo (como em coberturas deprédios) pode ser um caminho interessante. “Assim, gasta-se menoscom redes de transmissão e distribuição”, afirma Ricardo. Sem falar nosganhos quantitativos: segundo ele, se a área inundada de Itaipu fosse coberta por placas fotovoltaicas, a produção de energia dobraria.
EM BREVE NA SUA CASA
O Brasil ainda não fabrica placas fotovoltaicas (importa de marcas como Kyocera, Sharp, Sanyo e SS Solar),mas há grande expectativa quanto à participação do país na geração de energia solar. “Temos boa insolação e a maior reserva de quartzo do mundo, de onde se extrai o silício, usado nas células solares. Desenvolver o setor é questão de dez anos”, afirma Ricardo Ruther.
Além disso, a pressão mundial pelo uso de fontes renováveis favorece a queda dos preços das placas, o que disseminará o uso. “Por enquanto, os consumidores são pessoas de classe alta, dispostas a pagar mais pela energia limpa, ou populações muito carentes, que obtêm ajuda do governo para a compra dos painéis”, diz Airton Dudzevich, da loja paulista Supergreen, especializada em produtos e sistemas sustentáveis.
Fonte:Planeta Sustentável http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/primeira-usina-solar-brasileira-sistema-eletrico-companhia-hidreletrica-sao-francisco-573207.shtml
Revista Arquitetura e Construção – 06/2010
Em breve, a paisagem de Tauá, CE, ficará parecida com a da foto acima, clicada em Sevilha, na Espanha. A novidade, ainda isolada, pode multiplicar-se em breve. “Com o aumento dos custos de produção de energia elétrica e a redução das despesas de fabricação das placas fotovoltaicas, prevejo uma paridade tarifária que tornaria a segunda opçãomais viável”, diz Ricardo Rüther, especialista no tema e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Construir pequenas usinas como a de Tauá, de abrangência local, ou instalar painéis fotovoltaicospróximos aos pontos de consumo (como em coberturas deprédios) pode ser um caminho interessante. “Assim, gasta-se menoscom redes de transmissão e distribuição”, afirma Ricardo. Sem falar nosganhos quantitativos: segundo ele, se a área inundada de Itaipu fosse coberta por placas fotovoltaicas, a produção de energia dobraria.
EM BREVE NA SUA CASA
O Brasil ainda não fabrica placas fotovoltaicas (importa de marcas como Kyocera, Sharp, Sanyo e SS Solar),mas há grande expectativa quanto à participação do país na geração de energia solar. “Temos boa insolação e a maior reserva de quartzo do mundo, de onde se extrai o silício, usado nas células solares. Desenvolver o setor é questão de dez anos”, afirma Ricardo Ruther.
Além disso, a pressão mundial pelo uso de fontes renováveis favorece a queda dos preços das placas, o que disseminará o uso. “Por enquanto, os consumidores são pessoas de classe alta, dispostas a pagar mais pela energia limpa, ou populações muito carentes, que obtêm ajuda do governo para a compra dos painéis”, diz Airton Dudzevich, da loja paulista Supergreen, especializada em produtos e sistemas sustentáveis.
Fonte:Planeta Sustentável http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/primeira-usina-solar-brasileira-sistema-eletrico-companhia-hidreletrica-sao-francisco-573207.shtml








