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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Aquecimento Global: temperatura bate recorde histórico em 2010

O Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos, NCDC, publicou ontem um novo relatório sobre o aquecimento do planeta. De acordo com o órgão, o período entre janeiro e setembro de 2010 se igualou ao ano de 1998 e registrou a sequência mais quente já registrada na história para os primeiros nove meses do ano.

anomalia de temperatura global até 2010
O relatório divulgado mostra que nos primeiros nove meses deste ano a temperatura média da Terra ficou 0.67º C acima da normal registrada nos últimos 131 anos. É o valor mais elevado já registrado no hemisfério norte e o segundo mais quente no hemisfério sul. Até hoje, a sequência anual mais quente foi observada em 2005.

Rank de temperatura mes de setembro
Os valores de temperaturas continentais e oceânicas combinados mostram que setembro de 2010 ficou 0.5º C acima da média de todos os meses de setembro do século 20, empatado com o mesmo mês do ano de 1998. O recorde de setembro foi estabelecido em 2005, quando a anomalia global combinada (oceano e áreas continentais) ficou 1.19º C acima da média.

Artes: No topo, gráfico mostra a anomalia térmica desde o ano de 1880 até o presente. Na sequência, recordes de temperatura para o mês de setembro. Créditos: NCDC/Apolo11.com

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Americanos não entendem aquecimento

Sessenta e três por cento dos americanos acreditam que o aquecimento global está acontecendo, mas muitos não entendem porque, diz estudo da Universidade Yale.

A pesquisa mostra que apenas 57% dos americanos sabem o que é o efeito dos gases estufa, e só 47% entendem que o CO2 aprisiona calor da superfície da Terra, informa o Physorg. Dos pesquisados, 50% entendem que o aquecimento é causado em sua maior parte por atividades humanas. E a grande maioria acha, incorretamente, que o buraco na camada de ozônio e aerossóis possam causar aquecimento. 75% deles nunca ouviram falar de problemas como a acidificação do mar.

No entanto, muitos compreendem que as emissões de carros e caminhões, e a queima de combustíveis fósseis, contribuem com o aquecimento global, e que a transição para fontes alternativas de energia é uma solução importante.

Quase todos reconhecem as limitações de seus conhecimentos. Apenas 1 em cada 10 pessoas diz estar "bem informada"sobre a mudança do clima. Mas 75% dizem que as escolas deveriam ensinar as crianças sobre a mudança do clima, enquanto 68% aprovariam um programa nacional para a melhor compreensão do tema.

PS: grifos meus.
PS2: entenda-se americanos como os estadunidenses.
PS3: gostaria de ver uma pesquisa dessas no Brasil.

Fonte: Planeta Sustentável. Disponível em http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetaurgente/eua-mostram-desinformacao-270479_post.shtml. Acesso em 18/10/2010

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Efeito estufa x Aquecimento global

Há muita confusão na mídia em relação ao efeito estufa. Ouvimos muito a expressão que o efeito estufa é um problema sério, que é culpa do homem, etc.. etc..
É preciso deixar claro que o efeito estufa é um fenômeno natural, responsável pela manutenção de vida na Terra. O problema é quando este fenômeno pode ser agravado pela ação humana, o que chamamos de aquecimento global.
Fonte: Nova Escola. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/quais-consequencias-boas-efeito-estufa-488078.shtml Acesso em 22/09/10

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Desmatamento e queimadas lideram emissões de gases-estufa

De 1990 a 1994, o total líquido da emissão de gases do efeito estufa no Brasil aumentou em 8,8% (de 1,35 para 1,48 bilhão de toneladas de CO2 eq1), enquanto que, de 2000 a 2005, o incremento foi de 7,3% (de 2,05 para 2,20 bilhões de toneladas), mostrando uma desaceleração. Considerando todo o período analisado (1990 a 2005) o crescimento das emissões foi de quase 40%.
As atividades relacionadas a mudanças no uso das terras e florestas – que incluem os desmatamentos na Amazônia e as queimadas no cerrado - contribuíram com 57,9% do total das emissões líquidas (emissões brutas menos remoções) de gases de efeito estufa produzidos pelas atividades humanas em 2005.É importante frisar que o ano de 2005 foi um dos mais críticos em termos de desflorestamento na Amazônia e queimadas no Brasil. A agricultura apareceu em segundo lugar, com 480 milhões de toneladas de CO2 eq (21%), por causa das contribuições do uso de fertilizantes nitrogenados e de calcário, perdas de matéria orgânica do solo e da emissão de metano em cultivos de arroz inundado. Os dados são do Ministério da Ciência e Tecnologia.
A produção de energia, que nos países mais desenvolvidos está em primeiro lugar na emissão de gases-estufa, ficou em terceiro lugar no Brasil, em 2005, contribuindo com 16% do total (362 milhões de toneladas de CO2 eq). Isso se deve principalmente à natureza da matriz energética nacional, que tem forte participação de fontes renováveis de energia, com predomínio de hidrelétricas e de biomassa (lenha e biocombustíveis).

1 O cálculo da emissão total usa como base a equivalência com o dióxido de carbono (CO2 eq), porque, apesar de outros gases apresentarem potencial de elevação de temperatura atmosférica muito maior do que o CO2, a predominância do dióxido de carbono na atmosfera faz com que ele sirva como base de comparação.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Se você desistir, eles vão desistir




http://www.youtube.com/watch?v=kkuxXP2kIm8&feature=player_embedded

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Alerta: avanço do mar já está reduzindo faixa de areia no Brasil

Um estudo apresentado durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizado no fim de julho no Rio Grande do Norte, trouxe dados que mais uma vez evidenciam os efeitos do aquecimento global sobre o planeta.

                                                   Avanço do Mar em João Pessoa, Paraíba

O estudo confirma aquilo que os moradores da orla marítima já sabem há muito tempo: a areia das praias do litoral brasileiro está perdendo espaço com o avanço do mar.

Para o geólogo e geógrafo Dieter Muehe as mudanças climáticas estão provocando tempestades em ritmo acelerado e a elevação acelerada do nível do mar na costa brasileira já é uma realidade. Alguns exemplos recentes como as ressacas que ocorreram na Praia da Armação, em Florianópolis, SC, ou na Praia da Caueira, em Itaporanga d’Ajuda, em Sergipe, mostraram a vulnerabilidade das faixas de areia que correm o risco de desaparecer das praias do Brasil.

“As regiões urbanas são as que correm mais risco. Isso está acontecendo em várias praias do Rio de Janeiro, como Piratininga, Ipanema e Cabo Frio”, disse Muehe.
Ao lado das mudanças no clima, a ação direta do homem também contribui de forma significativa para a resposta do mar. Construções muito próximas da praia que invadem a faixa de areia são as primeiras a serem atingidas pela maré alta, obrigando no futuro a desocupação da região.

Segundo Muehe, a situação pode ser revertida por meio de dragagens com areias idênticas às da praia ou mais grossas. Segundo o especialista, é preciso fazer valer a lei e respeitar a distância prevista para as construções ao longo da orla, que variam de 50 a 200 metros do mar. Em grande parte da orla brasileira essa distância não é respeitada e os impactos do mar são visíveis a cada ano que passa.

Muehe acrescentou em seu estudo que já existem algumas praias no mundo em que a areia é reposta anualmente. No entender do pesquisador, no Brasil essas ações precisam ser intensificadas e coordenadas de forma mais eficiente e objetiva e pouca coisa está sendo feita nesse sentido.


Fotos: Os efeitos do avanço do mar são notáveis nestas duas imagens. O hotel mostrado, localizado na Orla de João Pessoa, na Paraíba, ainda não sofria com a elevação do nível do oceano quando foi concluído em 1971. Com o passar dos anos, o avanço do mar atingiu a construção e pode no futuro obrigar a desativação do local ou até mesmo sua remoção. Crédito: Apolo11.com
Disponível em: http://www.profissaomestre.com.br/php/verMateria.php?cod=4847

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Plantas crescem menos com aquecimento global

23/8/2010
Agência FAPESP – O aquecimento global não tem feito as plantas crescerem mais, como se estimava, mas sim menos. Segundo um estudo publicado na revista Science, a produtividade dos vegetais tem decaído em todo o mundo.
Até então, achava-se que as temperaturas constantemente mais elevadas estariam estimulando o crescimento das plantas, mas a nova pesquisa, feita com dados de satélites da Nasa, a agência espacial norte-americana, aponta o contrário.
O motivo são as secas regionais, indica o estudo feito por Maosheng Zhao e Steven Running, da Universidade de Montana, segundo o qual a tendência na produtividade já dura uma década.
A produtividade é uma medida da taxa do processo de fotossíntese que as plantas verdes usam para converter energia solar, dióxido de carbono e água em açúcar, oxigênio e no próprio tecido vegetal.
O declínio observado na última década foi de 1%. Parece pouco, mas, de acordo com os autores da pesquisa, é um sinal alarmante devido ao impacto potencial na produção de alimentos e de biocombustíveis e no ciclo global do carbono.
“Os resultados do estudo são, além de surpreendentes, significativos no nível político, uma vez que interpretações anteriores indicaram que o aquecimento global estaria ajudando no crescimento das plantas mundialmente”, disse Running.
Em 2003, outro artigo publicado na Science, de Ramakrishna Nemani, do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa, e colegas, havia apontado um aumento de 6% na produtividade global de plantas terrestres entre 1982 e 1999.
O aumento foi justificado por condições favoráveis na temperatura, radiação solar e disponibilidade de água, influenciados pelo aquecimento global, que seriam favoráveis ao crescimento vegetal.
Zhao e Running decidiram fazer novo estudo, a partir de dados da última década reunidos pelo satélite Terra, lançado em 1999. Os cientistas esperavam pela continuidade da tendência anterior, mas verificaram que o impacto negativo das secas regionais superou a influência positiva de uma estação de crescimento mais longa, o que levou ao declínio na produtividade.
Segundo o estudo, embora as temperaturas mais elevadas continuem a aumentar a produtividade em algumas áreas e latitudes mais altas, nas florestas tropicais, responsáveis por grande parte da matéria vegetal terrestre, a elevação nas temperaturas tem diminuido a produtividade, devido ao estresse hídrico e à respiração vegetal, que retorna carbono à atmosfera.
O artigo Drought-Induced Reduction in Global Terrestrial Net Primary Production from 2000 Through 2009 (doi:10.1126/science.1192666), de Maosheng Zhao e Steven Running, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

Texto retirado do site da Agência Fapesp, disponível em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12666/divulgacao-cientifica/plantas-crescem-menos-com-aquecimento-global.htm

terça-feira, 13 de julho de 2010

Nasa registra ruptura de bloco de gelo de 7 km² na Groenlândia

Na imagem, o início da ruptura em 6 de julho (esq.) e o desprendimento do bloco de gelo no dia seguinte (dir.) Foto: Nasa/Divulgação

A Agência Espacial Americana, Nasa, registrou a ruptura de uma parte da geleira Jakobshavn Isbrae, na Groenlândia. O bloco, de 7 km² começou o processo de desprendimento no dia 6 de julho e no dia 7 já havia se rompido, conforme mostram as imagens captadas pela agência. A rapidez do evento surpreendeu os cientistas, que consideram o episódio "incomum". As informações são do jornal El Mundo.
"Embora tenham ocorrido outros eventos da mesma magnitude no passado, esse caso é incomum porque vem logo após um inverno mais quente em que não há gelo formado em torno da baía", disse Thomas Wagner, pesquisador da Nasa.
"Ao determinar a relação exata entre esses eventos, leva-se a crer na teoria de que o aquecimento dos oceanos é responsável pelo derretimento observado na Groenlândia e na Antártida", afirma o pesquisador.
A equipe de pesquisadores, liderada pelos cientistas Ian Howat, do Centro de Pesquisa da Universidade de Ohio e Paul Morin, diretor do Centro de Informação Geoespacial da Antártida, da Universidade de Minnesota, tem monitorado por imagens de satélite as mudanças no gelo da Groenlândia e geleiras resultantes.
A geleira de Jakobshavn Isbrae está localizada na costa oeste da Groenlândia e seu tamanho diminuiu mais de 45 milhas (72,4 km) ao longo dos últimos 160 anos, 10 milhas (16 km) somente na última década. A geleira é dividida em duas partes, norte e sul. O deslizamento ocorreu na parte norte.
Os cientistas estimam que mais de 10% de todos os icebergs que se desprendem na Groenlândia procedem do glaciar Jakobshavn. Por este motivo, considera-se esta geleira como a maior contribuinte do aumento do nível do mar no hemisfério norte.

Fonte: Terra http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4560976-EI8147,00.html

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Chegou o Enlouquecimento Global

Thomas L. Friedman - NY Times - 17/02/2010

De todos os festivais de absurdos que regularmente assolam a política americana, sem dúvida o mais disparatado é o argumento de que o fato de Washington estar sofrendo um inverno especialmente rigoroso prova que as mudanças climáticas não passam de lorota e, por isso, não precisamos nos preocupar com toda essa conversa de afeminados, como energia renovável, painéis solares e taxas sobre emissões de carbono. Cara, o que se precisa é meter a broca e abrir mais poços.
Leia o resto do artigo em Planeta Sustentável: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/thomas-friedman-enlouquecimento-global-mudancas-climaticas-539159.shtml?func=2

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Aquecimento Global provoca elevação da Groenlândia

Situada no Atlântico Norte, a nordeste do Canadá, a Groenlândia tem grande parte de sua costa formada por uma espessa calota de gelo com mais de 2 quilômetros de espessura que pressiona a camada rochosa logo abaixo. Agora, um novo estudo feito na Universidade de Miami mostra que o gelo está derretendo tão rapidamente que a camada de terra abaixo da geleira já está subindo de elevação.


Segundo o estudo, algumas áreas costeiras estão se elevando cerca de dois centímetros por ano e se continuar nesse ritmo esse número poderá acelerar ainda mais e chegar a cinco centímetros por ano até 2025. A conclusão é de Tim Dixon, professor de geofísica da Escola Rosenstiel de Ciências Marinhas da Universidade de Miami e principal investigador do estudo.
Segundo Dixon, há muitos anos já se sabe que as mudanças climáticas estão contribuindo para o derretimento das geleiras da Groenlândia, mas o que é surpreendente e um pouco preocupante é que o gelo está derretendo tão rápido que o soerguimento da terra já é observável.
A ideia por trás do estudo, publicado pela revista científica Nature Geoscience, é que a perda da cobertura de gelo faz a Groenlândia perder peso, fazendo com que a superfície rochosa por baixo comece a se elevar. De acordo com Shimon Wdowinski, coautor do estudo, o mesmo processo também está ocorrendo nas ilhas da Islândia e Svalbard, que também têm calotas de gelo.
"Durante as eras glaciais e períodos de acumulação de gelo, o gelo encobria a terra. Quando o gelo derreteu, grandes faixas de terra ficaram descobertas", disse diz Wdowinski. "Nosso estudo é bastante coerente com um conjunto de indicadores do aquecimento global, confirmando que o derretimento do gelo e a consequente elevação do nível do mar são problemas reais e bastante significativos".
Para realizarem o estudo, os cientistas utilizaram receptores de GPS posicionados nos costões rochosos da Groenlândia e coletaram os dados desde 1995. As informações mostraram com alta precisão o deslocamento da ilha, bem como a velocidade vertical e a aceleração de cada estação GPS. Outros equipamentos foram instalados no interior da ilha.
O estudo revelou que nas áreas interiores o ritmo está balanceado e as perdas anuais de gelo causadas pelo derretimento são repostas por novas acumulações. Nas áreas costeiras, no entanto, as perdas são bastante significativas e são mais pronunciadas nas áreas mais quentes da costa, onde o gelo está derretendo mais rapidamente. Ainda de acordo com o paper (trabalho científico), o soerguimento parece ter começado no final de 1990.
O derretimento do gelo da Groenlândia é alvo de intensos estudos sobre sua participação na elevação global do nível do mar. No entender de Yan Jiang, que também assina o trabalho, se a aceleração da elevação e do derretimento continuar na atual taxa, a Groenlândia poderá em breve tornar-se o maior contribuinte para o aumento global do nível do mar.

Arte: Modelo tridimensional de 2003 mostra em rosa as áreas da Groenlândia onde a aceleração da perda de gelo é mais intensa. Credito: Nasa.


Fonte: Apolo11 - http://www.apolo11.com/mudancas_climaticas.php?posic=dat_20100519-090401.inc

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Estudos apontam degelo na Antártica e aquecimento no oceano

De acordo com os pesquisadores britânicos, o fato de a água do mar ser mais morna e salgada do que o gelo flutuante é capaz de causar um desequilíbrio que promove a elevação dos oceanos. "Essas mudanças tiveram impacto no clima regional. Já que se espera que os oceanos aumentem sua temperatura ao longo do século, o degelo desses icebergs deve ser considerado em avaliações futuras do aumento do nível do mar", explicou Andrew Shepherd, autor do estudo que foi publicado na revista Geophysical Research Letters.
Já na Etiópia, um dos países mais desiguais do mundo, a falta de chuvas afeta a produção de alimentos, fator que tem levado muitos agricultores à ruína, uma vez que as colheitas estão sendo perdidas e os animais definham no calor. O estudo da Oxfam ressalta que 85% da população dependem diretamente do setor agrícola para à sobrevivência. Outro agravante é a escassez de recursos tecnológicos dos etíopes.
"Em três décadas, a escassez e a imprevisibilidade das chuvas na Etiópia se agravaram. E isso coincide com o aquecimento anormal das águas do Oceano Índico, associado à emissão de gases do efeito estufa", afirma Chris Funk, climatologista da Universidade da Califórnia, que participou do estudo. "Tal aquecimento faz com que o fluxo de umidade que chega ao país seja alterado, trazendo, em vez de chuvas, correntes de ar secas e quentes. E a tendência é que esse fenômeno se intensifique cada vez mais", alertou o especialista.

Fonte: Notícias Terra

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